Um estudo em 62 crianças com autismo mostrou melhorias significativas nas que fizeram 40 sessões de câmara hiperbárica, com 1,3 atmosferas e 24% de oxigénio. É o primeiro estudo prospectivo, aleatório, em dupla ocultação, que se faz sobre este assunto. Os resultados são muito encorajadores. Este estudo não avalia se as melhorias se mantêm ou se é necessário continuar o tratamento.
Os melhores resultados foram obtidos em crianças com mais de 5 anos e nos casos menos graves.

O êxito deste tratamento parece estar relacionado com baixa irrigação sanguínea em certas regiões do cérebro e/ou com uma inflamação crónica cerebral, que o oxigénio hiperbárico ajudaria a tratar.
É uma grande esperança, pois ajuda a compreender e abre ao mesmo tempo uma linha de tratamento.
O artigo original foi publicado em: www.biomedcentral.com
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